Cobertura: SQL ANSI, Oracle, SQL Server e PostgreSQL
Você aciona o SQL/BI Expert quando o problema exige SQL como parte de uma solução analítica: escrever ou revisar consultas, avaliar portabilidade, interpretar construções específicas do banco e separar uma decisão de modelagem de uma decisão de sintaxe. O ponto de partida dele é SQL ANSI; Oracle, SQL Server e PostgreSQL entram quando o ambiente exige comportamento específico. A documentação-base do expert adota exatamente essa ordem: ANSI primeiro, funções compatíveis depois e extensões proprietárias quando houver justificativa.
O banco faz parte da pergunta
Não entregue apenas "esta query está errada". Informe qual SGBD executará a consulta. Uma construção válida em Oracle pode não ser portátil para SQL Server ou PostgreSQL.
No Oracle, por exemplo, você pode encontrar recursos como NVL, DECODE, CONNECT BY e LISTAGG. No SQL Server, TOP, APPLY, PIVOT, TRY_CAST, TRY_CONVERT e OFFSET/FETCH são exemplos de recursos próprios ou característicos do dialeto. PostgreSQL possui recursos como JSONB, além de CTEs, Window Functions e materialized views. A presença de uma função proprietária não torna a consulta ruim; torna a dependência do banco explícita.
Um exemplo oficial do próprio Construtor de Dashboards usa TO_CHAR para formatar data e hora e alerta que aquela funcionalidade está contemplada apenas para Oracle. Esse é exatamente o tipo de detalhe que você precisa declarar quando pede a análise do expert.
O que você recebe do expert
O expert pode separar:
- lógica relacional que pode permanecer em SQL ANSI
- trecho dependente do SGBD
- risco de portabilidade
- construção estruturalmente suspeita
- ponto que depende do modelo Sankhya e precisa de validação
Não trate "funciona no meu banco" como sinônimo de "está correto para o negócio". O expert trabalha com SQL, mas a consulta continua subordinada ao grão, aos relacionamentos e à semântica dos dados. Quando uma tabela, campo ou relação não estiver comprovada, ele não completa a lacuna com um identificador plausível.
`TO_CHAR` que só vale num banco
A consulta funciona em Oracle e quebra em SQL Server.
Um exemplo oficial do próprio Construtor de Dashboards usa TO_CHAR para formatar data e hora — e alerta que aquela funcionalidade está contemplada apenas para Oracle.
É exatamente o tipo de detalhe que precisa ser declarado ao pedir análise, porque muda o que pode ser recomendado.
A ordem de preferência é: SQL ANSI primeiro, funções compatíveis depois, extensões proprietárias quando houver justificativa.
E há uma armadilha de vocabulário: "funciona no meu banco" não é sinônimo de "está correto para o negócio". A consulta continua subordinada ao grão, aos relacionamentos e à semântica dos dados.
Declarar o SGBD e quais trechos precisam permanecer portáveis evita receber uma solução elegante e inaplicável.
Ao enviar uma SQL ao expert, declare o SGBD e identifique quais trechos precisam permanecer portáveis antes de pedir qualquer adaptação de dialeto.
As demais aulas, as avaliações e o certificado ficam disponíveis após o cadastro. Iniciativa independente, sem vínculo oficial com a fornecedora do Sankhya ERP.