SEA University · Sankhya ERP

SEA-T04 — SQL, Performance e Analytics no Sankhya ERP

Curso gratuito para quem trabalha com Sankhya ERP: 4 módulos, 16 aulas e 6 horas, com certificado SEA Practitioner — SQL e BI na trilha Plataforma Técnica e Dados. Escrito pelo especialista do domínio, com casos trabalhados a partir de situações reais do ERP. Aprofunda o trabalho do SEA - SQL/BI Expert.

Ementa

  1. Módulo 1 · Território do SQL/BI Expert

    • Cobertura: SQL ANSI, Oracle, SQL Server e PostgreSQL
    • Dashboards, cubos analíticos e Dashboard Builder
    • Fronteira com Dicionário de Dados no modelo
    • Limites: não otimiza consulta sem contexto de volume
  2. Módulo 2 · Perguntando com evidência de performance

    • Anexando a consulta, o plano de execução e o tempo real
    • Informando volumetria, índices e estatísticas
    • Descrevendo a janela de execução e a concorrência
    • Separando lentidão de query de lentidão de infraestrutura
  3. Módulo 3 · Casos de uso do dia a dia

    • Revisão de SQL e leitura de plano de execução
    • Diagnóstico de dashboard lento
    • Modelagem de indicadores, KPIs e data marts
    • Uso de NativeSql e JdbcWrapper via SDK
  4. Módulo 4 · Entregas, validação e governança

    • Validando a SQL entregue antes de rodar em produção
    • Aplicando governança analítica sobre os indicadores
    • Medindo o ganho real após a otimização
    • Distinguindo hipótese de fato na análise
Primeira aula aberta

Cobertura: SQL ANSI, Oracle, SQL Server e PostgreSQL

Você aciona o SQL/BI Expert quando o problema exige SQL como parte de uma solução analítica: escrever ou revisar consultas, avaliar portabilidade, interpretar construções específicas do banco e separar uma decisão de modelagem de uma decisão de sintaxe. O ponto de partida dele é SQL ANSI; Oracle, SQL Server e PostgreSQL entram quando o ambiente exige comportamento específico. A documentação-base do expert adota exatamente essa ordem: ANSI primeiro, funções compatíveis depois e extensões proprietárias quando houver justificativa.

O banco faz parte da pergunta

Não entregue apenas "esta query está errada". Informe qual SGBD executará a consulta. Uma construção válida em Oracle pode não ser portátil para SQL Server ou PostgreSQL.

No Oracle, por exemplo, você pode encontrar recursos como NVL, DECODE, CONNECT BY e LISTAGG. No SQL Server, TOP, APPLY, PIVOT, TRY_CAST, TRY_CONVERT e OFFSET/FETCH são exemplos de recursos próprios ou característicos do dialeto. PostgreSQL possui recursos como JSONB, além de CTEs, Window Functions e materialized views. A presença de uma função proprietária não torna a consulta ruim; torna a dependência do banco explícita.

Um exemplo oficial do próprio Construtor de Dashboards usa TO_CHAR para formatar data e hora e alerta que aquela funcionalidade está contemplada apenas para Oracle. Esse é exatamente o tipo de detalhe que você precisa declarar quando pede a análise do expert.

O que você recebe do expert

O expert pode separar:

  • lógica relacional que pode permanecer em SQL ANSI
  • trecho dependente do SGBD
  • risco de portabilidade
  • construção estruturalmente suspeita
  • ponto que depende do modelo Sankhya e precisa de validação

Não trate "funciona no meu banco" como sinônimo de "está correto para o negócio". O expert trabalha com SQL, mas a consulta continua subordinada ao grão, aos relacionamentos e à semântica dos dados. Quando uma tabela, campo ou relação não estiver comprovada, ele não completa a lacuna com um identificador plausível.

Caso

`TO_CHAR` que só vale num banco

A consulta funciona em Oracle e quebra em SQL Server.

Um exemplo oficial do próprio Construtor de Dashboards usa TO_CHAR para formatar data e hora — e alerta que aquela funcionalidade está contemplada apenas para Oracle.

É exatamente o tipo de detalhe que precisa ser declarado ao pedir análise, porque muda o que pode ser recomendado.

A ordem de preferência é: SQL ANSI primeiro, funções compatíveis depois, extensões proprietárias quando houver justificativa.

E há uma armadilha de vocabulário: "funciona no meu banco" não é sinônimo de "está correto para o negócio". A consulta continua subordinada ao grão, aos relacionamentos e à semântica dos dados.

Declarar o SGBD e quais trechos precisam permanecer portáveis evita receber uma solução elegante e inaplicável.

Leve para a prática

Ao enviar uma SQL ao expert, declare o SGBD e identifique quais trechos precisam permanecer portáveis antes de pedir qualquer adaptação de dialeto.

As demais aulas, as avaliações e o certificado ficam disponíveis após o cadastro. Iniciativa independente, sem vínculo oficial com a fornecedora do Sankhya ERP.